“Ao mesmo tempo, opõe-se de modo veemente a qualquer tentativa irresponsável de culpar ou difamar alguém”, acrescentou, apesar de Macron não ter expressado publicamente nenhuma queixa.
Em uma entrevista coletiva conjunta, o presidente francês disse ter “conversado longa e profundamente” com o homólogo chinês sobre a situação na Ucrânia, “uma ameaça vital para a segurança europeia”.
“Espero que a China se una ao nosso apelo e aos nossos esforços para alcançar, no mínimo, um cessar-fogo o mais rápido possível”, afirmou.
Macron já havia qualificado a cooperação com a China como “decisiva” para o conflito russo-ucraniano, que começou em fevereiro de 2022.
Ele reconheceu de maneira genérica que existem “divergências” entre os países, mas disse que tem a “responsabilidade de superá-las, de encontrar mecanismos de cooperação e de resolução de conflitos para alcançar um multilateralismo eficaz no qual acreditamos”.
O presidente chinês, acompanhado de sua esposa Peng Liyuan, recebeu Macron e a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, no monumental Grande Salão do Povo, cenário dos congressos do Partido Comunista Chinês.
Fonte: Uol

