Ele teria se aproveitado da condição de saúde extremamente fragilizada da vítima, diagnosticada com câncer em estágio terminal, para firmar um contrato de “empréstimo” no valor de R$ 1,5 milhão. O documento, elaborado cerca de um mês antes da morte da idosa, continha cláusulas consideradas abusivas, como ausência de juros, prazo indefinido e quitação automática após o falecimento do casal.

