Segundo a investigação, a então candidata recebeu cerca de R$ 8 mil do fundo eleitoral e destinou todo o valor a uma única pessoa, apresentada na prestação de contas como coordenador geral de campanha. De acordo com a Polícia Civil, o beneficiário aparenta ser analfabeto e não possuir qualificação compatível com a função, o que levantou suspeitas sobre a real finalidade do repasse.

