“Muitas vezes tem um vínculo afetivo muito grande, a mulher é ameaçada, sofre chantagem, ama esse agressor, tem uma dependência emocional dele, então, não é uma coisa simples. Às vezes tem ameaça para os filhos, eu já vi muitos casos que o agressor ameaça tomar a guarda dos filhos, às vezes essa mulher depende financeiramente, ela não tem trabalho, ela não tem dinheiro para ir embora, então essa lei “Patrícia Vive” vai dar voz a muitas mulheres, a gente vai poder ouvir as mulheres e elas vão ter um lugar, um local onde elas possam correr e pedir ajuda”, explicou.

