A voz embargada de Benice Maria da Silva, a Dona B, 58 anos, carrega uma dor que atravessa décadas. Moradora de Pouso Alegre há 30 anos, mãe de quatro filhos, trabalhadora que já passou por pastelaria, casas de família, serviços gerais e coleta de reciclagem para sustentar a família, ela revive, pela segunda vez, o trauma que nenhuma mãe deveria conhecer: perder uma filha para a violência de gênero.

