“Ela depositou uma confiança em quem não era confiável. Infelizmente, a gente viu que ela retirou a medida protetiva por acreditar numa mudança, por esperança. Mas ele se mostrou ainda mais violento e cometeu esse ato bárbaro à luz do dia, na frente do filho dela, que tem apenas quatro anos”, afirmou a delegada da mulher, Rafaela Franco, na época do crime.

