A mulher utilizava a conta, que tinha cerca de 11 mil seguidores, para publicar conteúdos relacionados à psicopedagogia. Segundo o processo, após a invasão do perfil, os criminosos passaram a utilizá-lo para divulgar golpes envolvendo investimentos financeiros, com publicações que exibiam capturas de tela de supostas operações lucrativas com criptomoedas.

