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‘A vida dela não vai ser em vão’: jardim comunitário homenageia jovem vítima de feminicídio em MG


O jardim, cultivado por trabalhadores rurais que encontraram na terra uma forma de resistir, recebe visitas frequentes de borboletas. Amanda de Cássia Almeida, que também é prima de Mariene, interpreta essa presença como sinal de que a jovem permanece por perto. “Depois que a Mari morreu, passamos a acreditar muito nisso”, diz.



G1 Sul de Minas

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