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Antes de Felipe Santana, outros repórteres brasileiros desbravaram a China


Globo corrige um erro ao abrir mais espaço em seu jornalismo para o país asiático

5 mai
2026
– 11h46

(atualizado às 11h46)

Comenta-se na internet que a Globo chega atrasada à China ao enviar Felipe Santana, do escritório de Nova York, para ser correspondente no país.

Vamos aos fatos: ele não é o primeiro jornalista da emissora a morar e trabalhar em Pequim.

Entre 2004 e 2007, a repórter Sônia Bridi e o repórter-cinematográfico Paulo Zero representaram o canal por lá.

Ela lançou um livro sobre a experiência: ‘Laowai — Histórias de Uma Repórter Brasileira na China’.




O repórter Felipe Santana está na China para produzir matérias do dia a dia e séries especiais para telejornais da Globo

O repórter Felipe Santana está na China para produzir matérias do dia a dia e séries especiais para telejornais da Globo

Foto: Reprodução/@felipetomazsantana

Nos anos em que passou em Tóquio, no Japão (2013 a 2018), Márcio Gomes foi várias vezes à vizinha China para gravar reportagens.

Antes deles, na década de 1990, o jornalista Jaime Spitzcovisky fez inúmeras matérias e entradas ao vivo do território chinês.

Colaborou com o GNT (‘Manhattan Connection’), a TV Cultura (telejornais), entre outros veículos de mídia eletrônica e impressa.



Sonia Bridi foi uma das pioneiras do telejornalismo brasileiro a ser correspondente na China

Sonia Bridi foi uma das pioneiras do telejornalismo brasileiro a ser correspondente na China

Foto: Reprodução

A maioria dos correspondentes continua concentrada entre os Estados Unidos e a Europa, mas se tornou impensável imaginar uma grande rede de televisão sem um representante na China.

O país faz parte das principais questões geopolíticas no planeta e se tornou o maior parceiro comercial do Brasil. O jornalismo precisa olhar com mais atenção para o gigante asiático.

Não só em relação ao comércio e à tecnologia, mas também à cultura e ao comportamento da população. 



Terra

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