No tradicional ponto de charretes, onde muitos profissionais trabalhavam pela última vez, o clima era de despedida e incerteza. Charretista há mais de 40 anos, Natalino Rodrigues lamentou o fim da atividade. “Foram 40 anos de luta, de sol e de chuva. Meu pai foi o charreteiro mais velho daqui, passeou até com o Juscelino na época do cassino. Dói no coração”, disse.

