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Como aconteceu o apocalipse que destruiu o mundo na série?


A série Paradise começa com um grande mistério: o mundo aparentemente acabou e os sobreviventes vivem em uma cidade subterrânea altamente protegida. Ao longo dos episódios, a produção vai revelando aos poucos o que realmente aconteceu.

A verdade só aparece de forma completa no episódio conhecido como The Day (episódio 7 da 1ª temporada), que mostra o momento em que o planeta entrou em colapso. E, diferente de muitas histórias pós-apocalípticas, o fim do mundo em Paradise não foi causado por um único evento.

Na série, vários desastres globais acontecem quase ao mesmo tempo, criando um efeito dominó que leva ao colapso da civilização.

Paradise
Imagem: Disney Plus.

O desastre começa com um supervulcão na Antártida

O primeiro grande evento que desencadeia o apocalipse é a erupção de um supervulcão localizado sob o gelo da Antártida. Quando ele entra em erupção, a explosão provoca o colapso de grandes partes da camada de gelo do continente. Trilhões de litros de água são despejados no oceano em poucos minutos.



Isso desencadeia um dos eventos mais devastadores da série: um megatsunami gigantesco.

O megatsunami destrói cidades inteiras

O tsunami gerado pela erupção se move a velocidades absurdas, chegando a cerca de 960 km por hora. A onda gigantesca atravessa o oceano e destrói diversas cidades costeiras ao redor do planeta. Entre as primeiras regiões devastadas estão cidades da Austrália, como Melbourne e Sydney.

A série mostra que o impacto dessas ondas é praticamente impossível de conter, varrendo populações inteiras em questão de minutos. Esse evento já seria suficiente para causar um colapso global. Mas o mundo de Paradise sofre ainda mais.

O caos global leva a uma guerra nuclear

Paradise
Imagem: Divulgação.

Enquanto o planeta enfrenta os desastres naturais, países começam a entrar em conflito por recursos. Com a expectativa de que grande parte do planeta se tornaria inabitável, algumas nações decidem lançar ataques nucleares contra rivais estratégicos.

Esses ataques geram explosões nucleares em diversas regiões do planeta, agravando ainda mais a destruição causada pelo tsunami e pelos desastres naturais.

Os sinais dessa guerra aparecem em episódios anteriores da série, como quando um grande clarão é visto no céu e cidades aparecem devastadas.

Mudanças climáticas ajudam a desencadear o desastre em Paradise

A série também sugere que as mudanças climáticas tiveram um papel importante no início de tudo. O aumento da temperatura global teria derretido parte do gelo da Antártida, o que acabou liberando pressão sobre os vulcões que estavam presos sob o gelo.

Esse fenômeno teria facilitado a erupção do supervulcão que iniciou toda a cadeia de eventos.

Ou seja, no universo de Paradise, o apocalipse não foi causado por um único problema, mas sim pela combinação de vários fatores.

Outros desastres acontecem ao mesmo tempo

Como se tudo isso não fosse suficiente, a série ainda mostra outros eventos catastróficos acontecendo ao redor do planeta.

Entre eles estão:

• terremotos em grandes cidades
• colapso de infraestrutura global
• destruição de capitais inteiras
• grandes áreas costeiras submersas

Em uma das imagens mostradas na série, por exemplo, o famoso Monumento de Washington aparece parcialmente submerso, sugerindo que o nível do mar subiu drasticamente após os desastres.

Quem sobreviveu ao fim do mundo em Paradise?

Enquanto a maior parte da população mundial ficou exposta aos desastres, um pequeno grupo conseguiu sobreviver.

Bilionários, políticos e algumas pessoas selecionadas foram levados para uma cidade subterrânea secreta, construída justamente para resistir a um evento apocalíptico.

Esse lugar é o chamado Paradise, onde a maior parte da história da série acontece.

O contraste entre quem conseguiu se salvar e quem ficou para trás é um dos temas centrais da trama.

Um apocalipse exagerado — mas inesquecível

O que torna o apocalipse de Paradise tão marcante é justamente o excesso. Em vez de apostar em um único desastre, a série mistura supervulcão, megatsunami, guerra nuclear e colapso climático, criando uma cadeia de eventos que transforma o planeta em um lugar praticamente inabitável.

O resultado é um dos cenários pós-apocalípticos mais intensos e dramáticos da televisão recente.

E, como a própria série mostra ao longo das temporadas, o verdadeiro desafio não é apenas sobreviver ao fim do mundo — mas descobrir que tipo de sociedade pode surgir depois dele.



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