Às margens do Lago de Furnas, no Sul de Minas, uma cena discreta se repete quase todos os dias em uma pousada no distrito de Pontalete, em Três Pontas. Sempre por volta das oito da manhã, antes mesmo do movimento da casa começar, uma visitante já está a postos na varanda. Silenciosa, branca e atenta, a garça ocupa o mesmo lugar e aguarda o café da manhã. E ela tem nome: Gilda.

