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É ‘oportunismo’ usar desfile para dizer que Lula ataca evangélicos


Dizem que o país é laico, mas laicidade não autoriza zombaria, nem humilhação.
Michelle Bolsonaro

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) citou crime eleitoral e disse que a ala “ridiculariza” a igreja evangélica. Segundo a parlamentar, o governo Lula teria recebido o roteiro completo da escola e tinha conhecimento das críticas que seriam feitas ao grupo. “Homologaram esse ato de ridicularizar a igreja evangélica em uma avenida em nome da liberdade artística”, afirmou.

Já o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que os eleitores devem se lembrar da fantasia na hora de votar. O também deputado federal e pastor Otoni de Paula (MDB-RJ) classificou a ala como um “ataque deliberado ao conservadorismo” e afirmou que “faltou habilidade política e sobrou preconceito”.

Escola de samba exaltou Lula e debochou de Bolsonaro

O desfile foi o primeiro da Acadêmicos de Niterói no Grupo Especial do Carnaval do Rio. Ao longo de 79 minutos, a agremiação narrou desde a infância pobre do petista no agreste de Pernambuco até sua terceira eleição como presidente da República.

Desfile ironizou o bolsonarismo. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi representado por um palhaço preso com uma tornozeleira danificada em um dos carros alegóricos. Antes, ainda na comissão de frente, um ator surgiu fantasiado como o palhaço Bozo, fazendo “arminhas” com as mãos e flexões de braço. O ex-presidente também apareceu em meio a cruzes com o número de mortos pela covid-19 no Brasil: mais de 700 mil.





Fonte: Uol

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