“O intuito do copo não é identificar uma droga específica, mas sim detectar a presença de substâncias dopantes, por meio da mudança de coloração, resultante da variação de pH, independentemente da substância envolvida. O GHB, por exemplo, ele se comporta de formas diferentes. O ácido puro é um ácido fraco numa faixa de pH de 2,5 a 4,5, porém, o GHB de sódio é um sal básico que tem um pH na faixa de 7,5 a 9. Então, o pH é uma das pistas usadas em análises toxicológicas, porque soluções caseiras do GHB de sódio costumam ser bem alcalinas”, explica a professora Maysa Costa Alves, orientadora do projeto. .

