A estreia mundial de Michael simplesmente explodiu nas bilheterias. A cinebiografia do Rei do Pop chegou aos cinemas quebrando oito recordes logo de cara e superando gigantes do gênero como Oppenheimer, Bohemian Rhapsody, Elvis e Rocketman.
O resultado confirma o enorme apelo do nome de Michael Jackson com o público, mesmo diante de uma recepção mais dividida entre críticos.
Sucesso global imediato de Michael
Na França, o longa registrou a maior estreia da história para uma cinebiografia, dominando 41% do público em 743 salas. Já no Reino Unido e na Irlanda, o domínio foi ainda maior, com 71% de participação de mercado.
Na Itália, o filme também fez história ao atingir 72% do mercado e arrecadar mais de US$ 1,3 milhão logo no lançamento. Alemanha, México, Espanha e Austrália seguiram o mesmo caminho, registrando as maiores estreias do gênero em seus territórios.

Brasil também entra na lista de recordes
Por aqui, Michael não ficou para trás. O filme arrecadou US$ 651 mil apenas na estreia, chegando a US$ 2 milhões ao somar as pré-estreias.
O número garante um feito importante: a maior abertura no Brasil para um filme que não faz parte de uma grande franquia, com impressionantes 68% de participação de mercado.
Expectativa alta nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos, o cenário também é promissor. As sessões em IMAX e formatos premium começaram fortes, e a pré-venda já indica números que podem superar produções recentes de peso.
Com esse início avassalador, Michael se posiciona não só como um fenômeno comercial, mas como um dos maiores lançamentos do ano, reforçando que o legado do Rei do Pop segue mais vivo do que nunca nas telas.

