“Uma vez, numa véspera de feriado, a gente ficou quatro horas ou mais na fila. E quando fui passar, a balsa quebrou e não tinha previsão de retorno. Tive que dar a volta pela ponte do Glória, estrada de terra, já escuro… Foi bastante complicado”, contou o empresário Marcos Araújo, de Delfinópolis, que mora em São Paulo e visita a cidade regularmente para cuidar dos negócios.

