Os critérios e procedimentos para a concessão e execução do traslado serão regulamentados por meio de ato do Ministro de Estado das Relações Exteriores.

Ontem, Lula disse que determinou ao Itamaraty para realizar o traslado do corpo de Juliana Marins, morta após cair em um vulcão na Indonésia, ao Brasil. Até então, o ministério dizia que não poderia realizar a operação.
A notícia foi dada pelo próprio presidente ao pai de Juliana. “Conversei por telefone com Manoel Marins para prestar a minha solidariedade neste momento de tanta dor”, publicou Lula, nas redes sociais ontem.
“Informei a ele que já determinei ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil”, disse o presidente. Juliana foi declarada morta na última terça, depois de quatro dias de tentativas de resgate na Indonésia. Quando socorristas conseguiram chegar até seu corpo, constataram a morte.
Em evento na tarde de ontem, disse ainda que iria revogar a lei que veta o suporte do governo brasileiro à operação. “É um decreto de 2017. Quando chegar a Brasília, agora, vou revogar esse decreto e vou fazer um outro decreto para que o governo brasileiro assuma a responsabilidade de custear as despesas”, afirmou Lula, que disse que não tinha conhecimento sobre a legislação até então.
Fonte: Uol

