O goleiro tem seguido o roteiro pré-estabelecido pela mídia desde sua primeira convocação. “Estou muito feliz por estar aqui. É uma honra para mim, e darei 100% para que o povo argelino possa se orgulhar”, disse ele na ocasião.
Campeã africana em 2019, a Argélia busca um sucessor à altura de Raïs M’Bolhi, que foi o goleiro titular absoluto por mais de uma década. Guendouz assumiu a posição em 2023, e agora Luca Zidane disputa a vaga a longo prazo.
Luca se tornou um potencial jogador da seleção argelina em 19 de setembro, quando a Fifa aprovou sua mudança de nacionalidade esportiva.
“Toda a minha família está orgulhosa de mim e me apoia em todas as minhas decisões. Meu avô está feliz por eu estar jogando pela Argélia”, disse Luca, que se tornou goleiro porque, quando criança, seu pai e seu irmão mais velho, Enzo, o colocavam nessa posição durante os jogos de futebol em família.
Filho do maior meio-campista da história da seleção francesa, francês criado na Espanha, Luca Zidane agora tem a oportunidade de conquistar a África.
No horizonte está a Copa do Mundo de 2026, competição que seu pai conquistou com a França em 1998, marcando dois gols de cabeça contra o Brasil na final (3-0).
Fonte: Uol

