Este reator vem sendo estudado desde 2009, inicialmente em escala laboratorial, em diferentes universidades do país, como USP, UEL e UNIFAL. Entretanto, em 2021, uma parceria entre a UNIFAL, o DMAE e uma empresa privada (Carbofibras) possibilitou, pela primeira vez, o escalonamento do sistema, alcançando eficiências semelhantes às obtidas em menores escalas.

