“A rigor, a investigação sobre este fato seria de competência da Justiça Militar. Porém, em razão da necessidade de perícias, necropsia e também da necessidade de escuta de algumas testemunhas, a Polícia Civil também teve que instaurar inquérito. No primeiro momento, fica bastante nítido, que os policiais militares agiam em legítima defesa, mas, mesmo assim, todas as circunstâncias precisam ser comprovadas para que haja maior clareza e para que haja maior transparência na atividade policial, explicou o delegado de Boa Esperança, Alexandre Boaventura.

