“Esses cães a gente não sabe se estão presos ou soltos. As caminhadas, as crianças andando de bicicleta, ninguém tem isso mais aqui no condomínio. Todos estamos com medo. Desde o primeiro ataque, perdemos o direito de ir e vir”, disse um morador.
PUBLICIDADE


“Esses cães a gente não sabe se estão presos ou soltos. As caminhadas, as crianças andando de bicicleta, ninguém tem isso mais aqui no condomínio. Todos estamos com medo. Desde o primeiro ataque, perdemos o direito de ir e vir”, disse um morador.
Leia mais
PUBLICIDADE