Fiscalização também atingiu o comércio informal nas areias de Porto de Galinhas. Ao menos 35 ambulantes que atuavam de forma irregular e sem o crachá de autorização foram retirados da faixa de areia.
Outras atividades suspensas. Conforme a Prefeitura de Ipojuca, foram suspensas 21 atividades esportivas realizadas em horários proibidos, além da retirada de 15 equipamentos sonoros utilizados de maneira indevida na praia. Também houve sete interrupções, com autuação, em atividades irregulares de aluguel de moto aquática, além de 15 autuações por irregularidades na locação de pranchas de stand up paddle.
Gestão municipal também publicou decreto para coibir práticas irregulares em Porto de Galinhas. O prefeito Carlos Santana assinou decreto para combater práticas como venda casada e a exigência de consumação mínima por parte de barraqueiros, ampliando a proteção a turistas e moradores.
Prefeitura destacou que as medidas visam “assegurar um ambiente organizado, seguro e em conformidade com a legislação para todos que frequentam Porto de Galinhas”. “Estamos trabalhando dia e noite para garantir que tudo funcione e atenda as necessidades e expectativas de visitantes e moradores e que Porto de Galinhas continue a ser esse paraíso que encanta mundo afora”, declarou o secretário municipal de Turismo, Deomaci Ramos.
Polêmicas
Medidas adotadas pela prefeitura de Ipojuca ocorreram após críticas recentes de turistas. No final do ano passado, um casal de Mato Grosso foi agredido por comerciantes após a recusa em pagar um suposto aumento no valor cobrado pelo uso de cadeiras de praia.
Fonte: Uol

