Ricardo Schneider complementa: “Nós somos 30% das importações deles e eles são 17% das nossas exportações. Realmente, achar mercado para todo esse café não é fácil, mas é mais difícil para eles encontrarem essas 8 milhões de sacas em outras origens produtoras, com a diversidade e a logística que o Brasil oferece. O impacto é maior para eles, para a indústria e para o consumidor americano”.

